Mila Aguiar,Coordenadora da SaraVida, comemora o Dia Mundial do Orgulho Autista, mas entende que caminho para inclusão ainda é longo

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O Dia Mundial do Orgulho Autista, 18 de junho, foi criado com o intuito de esclarecer a sociedade sobre as características únicas das pessoas diagnosticadas com algum grau do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e busca reconhecer que o funcionamento cerebral de algumas pessoas é diferente do que é considerado típico.

Criada em 2005, a comemoração, cada ano ganha mais visibilidade no Brasil e visa mostrar à sociedade que o autista não tem uma doença, mas apenas apresenta condições e características especiais que trazem desafios e também recompensas aos seus familiares e à comunidade.

É uma data muito importante, pois representa o reconhecimento e a valorização das pessoas autistas. Mas existem outras datas que são emblemáticas para eles. Uma delas é o dia 2 de Abril, Dia Nacional de Conscientização sobre o Autismo, data instituída pela Lei 13.652, de 2018

Essas datas são importantes, pois fortalecem a reflexão e a compreensão sobre as especificidades e a variedade de características de pessoas com autismo. Também chamam a atenção sobre as condições que a nossa sociedade oferece a essas pessoas e suas famílias, de uma forma ampla, sistêmica, abrangendo os diversos aspectos da vida.

É uma data que explicita que transtornos na coletividade e ajudam a pavimentar a longa estrada a ser percorrida, até que tenhamos uma sociedade que tolere verdadeiramente o diferente, seja o neurodiverso, seja a pessoa com deficiência, o negro, a mulher, o índio e o idoso. Ainda temos um longo caminho para que o autista não seja visto como doente, mas sim como pessoas que tem um funcionamento cerebral diferente.  

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