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11/03/2025A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, destacou nesta terça-feira a persistente desigualdade de gênero no Brasil, evidenciada pela baixa representatividade feminina nos Poderes Judiciário e Legislativo. A declaração ocorreu durante o evento “Mulher, Presente”, promovido pelo TSE em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no último sábado.
“Não é verdade que o Brasil tenha um país em que a igualdade prevalece entre homens e mulheres, basta ver o que acontece no próprio Poder Judiciário, em que há uma grande diferença de presença de mulheres. Como há no Parlamento brasileiro uma grande diferença”, afirmou a ministra.
Atualmente, Cármen Lúcia é a única mulher entre os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No TSE, dos sete membros titulares, apenas outra mulher, a ministra Isabel Gallotti, compõe a bancada.

O evento contou com a presença de cinco ministros do STF: o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, e os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Nunes Marques. A ministra Maria Cristina Peduzzi, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), foi a única outra mulher presente na abertura da cerimônia.
O evento “Mulher, Presente” reuniu representantes dos Três Poderes e da sociedade civil para debater a equidade de gênero e a participação feminina na sociedade e na democracia brasileira.
A ministra Cármen Lúcia tem sido uma voz ativa na luta pela igualdade de gênero no Brasil. Recentemente, participou de uma sessão solene na Câmara dos Deputados em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e aos 93 anos da conquista do voto feminino no país, ressaltando os desafios que as mulheres ainda enfrentam na busca por igualdade.
A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, também participou da sessão e defendeu a implementação de cotas de cadeiras para mulheres no Legislativo, visando garantir maior representatividade feminina nos espaços de poder.
As declarações de Cármen Lúcia e Cida Gonçalves ressaltam a necessidade urgente de políticas públicas que promovam a equidade de gênero no Brasil, especialmente em posições de liderança nos poderes Judiciário e Legislativo.
Fontes:
oglobo.globo.com
tse.jus.br
camara.leg.br





