Relatora defende formalização de caminhoneiros por MEI, mas deputado teme demissões

Reasons for using Tinder aren’t clear-cut. Tindera��s profile as reported in mass media varies from a a�?hook-upa�� application 5 to a life threatening device to finding interactions
17 de novembro de 2021
comissao-de-educacao-debate-impactos-da-dermatite-atopica-na-vida-dos-estudantes
Comissão de Educação debate impactos da dermatite atópica na vida dos estudantes
17 de novembro de 2021
relatora-defende-formalizacao-de-caminhoneiros-por-mei,-mas-deputado-teme-demissoes

17/11/2021 – 17:46  
•   Atualizado em 17/11/2021 – 20:21

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

Caroline de Toni, relatora do projeto

A relatora do projeto sobre microempreendedor individual caminhoneiro (PLP 147/19), deputada Caroline de Toni (PSL-SC), defendeu a aprovação da proposta por acreditar que ajudará a formalizar cerca de 800 mil profissionais que trabalham como autônomos. “Vão pagar menos contribuição previdenciária e terão acesso a benefícios previdenciários, acesso ao crédito e financiamento”, afirmou.

Caroline de Toni destacou que o setor passa por dificuldades, com aumento do custo do diesel e más condições das estradas.

Já o deputado Paulo Ramos (PDT-RJ) teme que a aprovação do regime de MEI para caminhoneiros leve à demissão de profissionais com carteira assinada para que sejam contratados por MEI. “Será uma derrota para o caminhoneiro e prejuízo para caminhoneiros que reivindicam melhores condições de trabalho e de vida”, disse.

O deputado Coronel Tadeu (PSL-SP) lembrou, no entanto, que o número de caminhoneiros com emprego formal é bem menor do que o de autônomos. “Este projeto só vai alcançar os autônomos, justamente para adequar a demanda que absorvem em um ano de transporte. Vamos trazer caminhoneiros para aderirem ao MEI e obterem vantagens como tempo de aposentadoria”, comentou.

O deputado Helder Salomão (PT-ES) reclamou que o MEI caminhoneiro cria novo limite de faturamento para MEI, dos atuais R$ 81 mil a R$ 251 mil para caminhoneiros. “Esta proposta não resolve o problema dos caminhoneiros. Precisamos de política para combustíveis mais baratos”, afirmou.

O deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) teme que outras categorias busquem faixas diferenciadas de faturamento para MEI. “Daqui a pouco, fica incontrolável a desoneração. Não podemos abrir exceções”, ponderou.

Reportagem – Francisco Brandão

Edição – Pierre Triboli

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *