“Um retrocesso ambiental”, criticou Romero Albuquerque sobre projeto de Lei que libera caça de animais no Brasi

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Qualquer pessoa com mais de 21 anos, que seja registrada como Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) poderá atuar como caçador esportivo de animais silvestres no Brasil, e terá licença emitida por órgão federal de meio ambiente, com validade de três anos. É do que se trata o PL 5544/2020, que tramita em Brasília. O deputado estadual Romero Albuquerque, que pauta a causa animal na Assembleia Legislativa de Pernambuco, usou as redes sociais para protestar e pedir a rejeição da proposta, que chamou de “promoção de extermínio da fauna brasileira”.

A proposta é de autoria do deputado federal Nildson Stainsack, que quer liberar a caça de animais silvestres no Brasil, e será votada nesta terça-feira, 14, na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados.  O texto tem causado indignação em ativistas dos direitos dos animais e entidades ambientalistas do País inteiro, e a Frente Ambientalista da própria casa pediu a retirada de pauta.

Romero pontuou que, ao justificar que a iniciativa promove o aumento da interação homem e natureza, o autor do texto debocha da luta por um entendimento mais humano sobre as questões ligadas à pauta. “É uma consideração absurda. Um retrocesso ambiental! Perseguição, tortura e abate de animais não é esporte, diversão nem forma de se relacionar com animais. Não dá para mensurar o impacto ambiental e a destruição da fauna brasileira que a aprovação deste projeto causará”, afirmou.

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