YouTube remove vídeo compartilhado por Flávio Bolsonaro por ‘conter informações médicas erradas’

Cabo define que não realizará queima de fogos e nem show no Réveillon
31 de dezembro de 2021
Tinder requirements a good viewpoint has actually an excellent shelf life
31 de dezembro de 2021


Segundo plataforma, remoção gerou ‘primeiro strike ativo no canal, que fica impedido de subir novos vídeos por sete dias, como consta nas nossas políticas da comunidade’. O senador Flávio Bolsonaro
MATEUS BONOMI/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
O YouTube removeu nesta quinta-feira (30) um vídeo compartilhado pelo senador Flavio Bolsonaro por “conter informações médicas erradas”, segundo a plataforma.
Em comunicado enviado ao g1, a empresa explicou que a remoção “gerou o primeiro strike ativo no canal”. Como é o primeiro alerta, o criador é comunicado de que o conteúdo viola as diretrizes e o vídeo é removido. Se houver uma nova infração no período de 90 dias, aí sim gera o primeiro aviso, em que o canal fica restrito durante 7 dia.
Inicialmente, o Google informou ao g1 que esta infração deixaria o canal restrito, sem poder subir novos vídeos, por sete dias. Depois, informou, corretamente, que só o vídeo foi derrubado do canal.
No vídeo compartilhado por Flávio em 22 de dezembro e que ainda permanece na página de Facebook do senador, o comentarista Gustavo Victorino se manifesta contra e dá informações que não são verdadeiras sobre vacinação de crianças de 5 a 11 anos durante o programa “Atualidades”, da TV Pampa.
“Pense muito bem antes de vacinar seu filho saudável de 5 anos. Vai vacinar? Assista antes de responder”, escreveu Flávio Bolsonaro em sua página de Facebook.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que o vídeo foi compartilhado por Eduardo Bolsonaro. A informação foi corrigida às 17h18 desta sexta-feira (31).)
Leia também: Vídeo de Bolsonaro com discurso contra a vacina é removido do canal de Eduardo no YouTube
Aprovação de vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos
Em 16 de dezembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a aplicação da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.
Após a repercussão, o ministro da saúde Marcelo Queiroga, afirmou que o Ministério recomendará que as crianças sejam vacinadas desde que haja prescrição médica e assinatura de termo de consentimento pelos pais.
Já o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgou uma carta na sexta-feira (24) afirmando que os estados não vão exigir pedido médico para a vacinação de crianças.
Ao menos 17 estados, mais o Distrito Federal, dizem que seguirão o posicionamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e não vão exigir pedido médico para a vacinação contra a Covid-19 de crianças entre 5 a 11 anos.
Eventos raros
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, divulgou na quinta-feira (30) um relatório sobre os eventos adversos da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.
Segundo os pesquisadores, eventos adversos graves em crianças de 5 a 11 anos que receberam a vacina da Pfizer eram raros.
G1 em 1 Minuto: Anvisa autoriza vacina contra Covid da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *