Congresso promulga nesta quinta emenda constitucional que isenta templos religiosos alugados de IPTU

Teint terne, cernes et taches, rien de tel Afin de ne plus se supporter dans le miroir et afficher dix ans En plus au compteur !
17 de fevereiro de 2022
Vídeo: Ao vivo: Comissão de Agricultura analisa regularização de maquinário agrícola e crédito rural – 17/02/22
17 de fevereiro de 2022

Economia

Até então a Constituição garantia isenção para templos próprios

17/02/2022 – 08:13  

Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba-MG

Emenda estende isenção a imóveis alugados para realização de cultos religiosos

Será promulgada nesta quinta-feira (17) a Emenda Constitucional 116, que concede  isenção do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) para templos religiosos. A nova emenda é oriunda da Proposta de Emenda à Constituição 200/16, aprovada em 2016 pelo Senado e no fim do ano passado pela Câmara.

A sessão solene para a promulgação da emenda está marcada para as 15h30.

A proposta


A PEC alterou o artigo 156 da Constituição Federal, que trata da cobrança de IPTU. De acordo com o texto, estão isentos desse imposto templos de qualquer culto religioso, ainda que estejam em imóveis alugados.

Ao apresentar a proposta, o então senador Marcelo Crivella destacou que a Constituição já concede isenção tributária para os templos de qualquer culto, de forma a proteger a liberdade de crença, mas deixou de fora os imóveis alugados. Para Crivella, o que importa para a concessão do benefício não é a propriedade do imóvel, mas a prática religiosa nesses locais.

A nova emenda constitucional evita que igrejas e templos precisem recorrer à Justiça para garantir a isenção do imposto. Já há jurisprudência determinando que o imóvel utilizado para fins religiosos não deve pagar impostos diante da imunidade constitucional. “Mesmo assim, toda vez as igrejas, templos e centros de umbanda têm de recorrer à Justiça, abarrotando o Judiciário”, lembrou o 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), durante a votação da PEC na Casa em dezembro do ano passado.

Da Agência Senado

Edição – ND

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *