Publicado em
25/07/2022 11h09
Atualizado em
25/07/2022 11h47
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25/07/2022 11h47
Independência da Bahia
por Roberta Valle
Proclamada a independência do Brasil por D. Pedro I, foi apenas uma questão de tempo para que a nova circunstância fosse reconhecida pelo governo português, sem que houvesse nenhum tipo de luta armada, certo? Na verdade, não foi bem assim. Como sói ocorrer quando uma colônia se declara livre de seus laços com a metrópole, também no Brasil diversos conflitos se seguiram para efetivar a independência, antes e depois do 7 de setembro de 1822. Um deles, de grande importância, foi a guerra de Independência da Bahia. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
O Dia do Fico
Por Daniel Fernandes
O primeiro ato formal de desobediência à Corte portuguesa, praticado pelo príncipe D. Pedro como regente do Brasil, corporificou-se no “Dia do Fico”, que aconteceu em 9 de janeiro de 1822, no Paço Real, no Rio de Janeiro. Com esse gesto de insubordinação às Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, a separação do Brasil de Portugal estava informalmente realizada. Era o primeiro sintoma de franca desavença. O Príncipe havia recebido ordem de regressar a Portugal para aprimorar a sua educação. Mas, com ordem de embarque, acatou o pedido que lhe endereçaram os cariocas para permanecer no Brasil. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
Saiba mais: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/200-anos-da-independencia-o-dia-do-fico/
Maria Quitéria, Heroína da Luta de Independência do Brasil
Por Seção de Iconografia
Maria Quitéria de Jesus (1792-1853), a baiana, filha de um proprietário de terras do sertão da Bahia que, ao invés de fiar e esperar um bom casamento, resolveu fugir de casa, se travestir de soldado com as roupas de seu cunhado e lutar contra as tropas portuguesas pela independência do Brasil. Disfarçada de soldado Medeiros, sobrenome de seu cunhado, Maria Quitéria sabia atirar muito bem, montar a cavalo e lutar com bravura. Tanto que, mesmo após de ser descoberta no seu disfarce, continuou lutando e chegou a ser condecorada como primeiro cadete pelo general Labatut. Um decreto imperial lhe conferiu as honras de Alferes de Linha e foi condecorada com a Insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
D. Pedro I no Pateão dos Fundadores do Brasil
Por Daniel Fernandes
Sem dúvida alguma, D. Pedro I merece ocupar um lugar no panteão dos Fundadores do Império do Brasil. A partir do momento em que começou a atuar na política, inaugurou uma nova época para a história brasileira. No arrojo de sua mocidade, soube tomar decisões que conduziram a nação à sua emancipação política. Como é bem sabido, nossa Independência se fez de modo todo especial. Os brasileiros não a conseguiram arrancando-a à força do Príncipe Regente; pelo contrário: tiveram nele um aliado e companheiro. D. Pedro, de longa residência no Brasil, sentia-se muito mais Chefe do Estado brasileiro do que futuro Rei de Portugal. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
Saiba mais: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/200-anos-da-independencia-d-pedro-i-no-panteao-dos-fundadores-do-brasil/
A Presença de D. João VI no Brasil
Por Daniel Fernandes
A política reformadora de D. João VI, intensa e complexa, deu à vida mental do Brasil uma multiplicidade de caráter que foi bem o prenúncio de sua definitiva emancipação. Sua própria presença no país permitiu aos brasileiros exercer influência direta sobre as decisões tomadas, obrigando à instalação de uma estrutura administrativa autônoma e liberando certas atividades necessárias à Corte (que vinham sendo proibidas na Colônia), como a imprensa, por exemplo. Tudo isso levou a uma igualdade política entre a Metrópole e a Colônia, que o príncipe reinante reconheceu ao elevar o Brasil a Reino Unido a Portugal e Algarves (1816). (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
Saiba mais: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/200-anos-da-independencia-a-presenca-de-d-joao-vi-no-brasil/
O Convento de Santo Antônio e a Independência do Brasil
por Daniel Fernandes
O 7 de Setembro, o Dia da Pátria, merece ser lembrado através de uma instituição singular, que está no centro do Rio de Janeiro e presente no coração do Brasil, o Convento de Santo Antônio.
Entre todos os conventos do Brasil, ele foi o que mais se destacou como cenário das articulações políticas na era da Independência do Brasil. Ele foi, por assim dizer, a célula mater do movimento independentista. D. João VI e mais tarde D. Pedro I subiam frequentemente a escadaria conventual a fim de se aconselhar com os filhos de São Francisco. Na cela de Frei Sampaio, o Príncipe Regente Pedro e José Bonifácio iam conspirar, em 1822, contra as forças opostas à ideia de emancipação. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
José Bonifácio, o Criador de Uma Nação Nova
Por Daniel Fernandes
A história é caprichosa, e é pena que certas injustiças somente muito tarde sejam reparadas. José Bonifácio, a cabeça pensante, o articulador da nossa independência, caiu injustiçado. O Imperador, ao sentir-se ameaçado pela liderança inconteste, que havia dirigido com êxito a guerra civil contra as Cortes de Lisboa e presidia a Assembleia Constituinte, passa a persegui-lo. Em consequência, o Patriarca se demite do cargo de ministro de Estado. Em 12 de novembro de 1823, Bonifácio, Martim Francisco e Antônio Carlos foram presos e condenados ao exílio. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
Saiba mais: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/bicentenario-da-independencia-jose-bonifacio-o-criador-de-uma-nacao-nova/
Carlota Joaquina
Por Rodrigo Basile
Figura polêmica na Corte, seu relacionamento conjugal nunca foi muito harmonioso, pois gostava de se intrometer na política e de impor suas vontades. Em 1805 foi acusada de se unir a fidalgos e conspirar contra o marido, alegando sua incapacidade mental para governar. Descoberta a trama, foi isolada no Palácio de Queluz, em Portugal, quando ficou conhecida como a “Megera de Queluz”. No entanto, com o bloqueio continental decretado por Napoleão Bonaparte e as invasões francesas em 1807, foi obrigada a mudar-se com a Corte Portuguesa para o Brasil. (Fonte: Fundação Biblioteca Nacional)
Saiba mais: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/bicentenario-da-independencia-carlota-joaquina/