Conheça as medidas de autoproteção que a população deve tomar em casos de incêndios florestais

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Ações devem ser realizadas de maneira preventiva, durante a ocorrência do desastre climatológico


Publicado em

01/08/2022 17h59

Os incêndios florestais estão entre os desastres naturais climatológicos mais frequentes no Brasil, e são responsáveis por danos severos nas áreas afetadas. Diante dessa realidade, a Defesa Civil Nacional orienta que a população adote uma série de medidas de autoproteção em caso de ocorrências desse tipo.

Segundo a Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade), os incêndios florestais se dividem em dois subgrupos: os que ocorrem em parques e áreas de proteção ambiental e áreas de preservação permanente nacionais, estaduais e municipais e os de ocorrência em áreas não protegidas, com reflexos na qualidade do ar.

O primeiro, é caracterizado pela propagação de fogo sem controle, em qualquer tipo de vegetação situada em áreas legalmente protegidas. Já o segundo, pela propagação de fogo sem controle, em qualquer tipo de vegetação que não esteja em áreas sob proteção legal, acarretando queda da qualidade do ar.

Em incêndios florestais, a inalação da fumaça aumenta os riscos de infecções respiratórias agudas, especialmente nas crianças e nos idosos.

Para minimizar os impactos do desastre, a Defesa Civil Nacional faz recomendações preventivas e orienta para ações antes e durante a ocorrência de incêndios florestais. Veja abaixo as recomendações, que também estão disponíveis no Twitter da Defesa Civil Nacional.

Medidas preventivas

• Evite acender fogueiras;

• Não solte balões ou fogos de artifício;

• Não queime lixo ou resíduos em seu quintal;

• Nunca atire cigarros ou fósforos acesos na vegetação.

Precauções

• Mantenha, em fácil acesso, contatos de emergência;

• Mantenha seu quintal livre de material combustível;

• Acompanhe os alertas, previsões meteorológicas e os informes difundidos por órgãos oficiais.

Durante a ocorrência

• Nunca tente combater um incêndio sozinho;

• Aumente a ingestão de água e líquidos;

• Analise a possibilidade de deixar a área impactada pela fumaça, somente se for possível e seguro.

Os desastres naturais climatológicos também incluem baixa umidade do ar, seca a estiagem. O primeiro é caracterizado pela queda da taxa de vapor de água suspensa na atmosfera para níveis abaixo de 20%. O ar seco dificulta a dispersão de gases poluentes, ressecando as vias aéreas, sendo comuns crises de asma, alergia e infecções.

Conheça medidas de autoproteção que a população deve tomar em casos de baixa umidade do ar.

A seca é caracterizada pela propagação de fogo sem controle, em qualquer tipo de vegetação que não se encontre em áreas sob proteção legal, acarretando queda da qualidade de ar.

A estiagem é um período prolongado de baixa ou nenhuma pluviosidade, em que a perda de umidade do solo é superior à sua reposição.

O que difere a estiagem da seca é o período prolongado que, com a falta de chuvas, pode causar grave desequilíbrio hidrológico durante a seca.

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional

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